A 74ª edição da Regata Santos-Rio contou com quatro embarcações de Ubatuba e dezenas de velejadores que estão sempre em nossas regatas.
O Beleza Pura 2 fez história ao vencer a regata na classse BRA-RGS com um tempo corrigido de 40 horas, 40 minutos e 22 segundos.
A gente parabeniza a equipe Beleza Pura 2 e também os velejadores do Maria Preta, que conquistaram a 2ª colocação da RGS Cruiser, a turma do Navegador 11º colocados da BRA-RGS e os tripulantes do Marabá, que, apesar de não terem terminado a regata, mostraram o espírito marinheiro que nos move na vela!
A todos nossas reverências e o convite para que velejem com a gente no Troféu das Ilhas, de 15 a 17 de novembro.
Idealizado por Ricardo Cutz, Cassio Ashauer e o capitão de flotilha do ICRJ, Marcelo Zemach, o Ranking HPE25 Rio tem a proposta de incentivar a participação nas regatas, com um sistema de pontuação que valoriza a presença nas competições e atribui pesos diferenciados para o Estadual e o Brasileiro, quando realizado no Rio.
A inspiração do Ranking veio da Classe Snipe, que por meio de Gustavo Baiano e Roberto Adler compartilharam as regras e planilhas de gerenciamento e foram fundamentais para a criação do ranking.
Criado em 2024 o Ranking considera onze regatas do calendário, sendo as realizadas no Rio de Janeiro e mais a Semana de Vela de Ilhabela. Destas, nove já aconteceram. Faltam ainda a 8ª Regata CL Vela/BR Marinas e a Copa HPE25.
A atual equipe líder do Ranking é a Salô, de Marcelo Zemach. Em segundo, a equipe Waypoint Mandona, de Chris Frediani, seguida do time Ah Muleque, de Ricardo Ricardi.
Atualmente o atleta melhor colado no Ranking é Marcelo Zemach, seguido de Chris Frediani e de Edmundo Souto.
Tá chegando a hora da nossa última regata do ano. Anota na agenda: de 15 a 17 de novembro, venha participar do 15º Troféu das Ilhas, um desafio à navegação pelas ilhas de Ubatuba.
Neste ano serão dois dias de regata e a tradicional premiação com canoa de cerveja para encerrarmos um ano repleto de boas lembranças.
A terceira etapa da Copa Mitstubishi – Circuito Ilhabela de Vela Oceânica já conta com 4 equipes que disputarão a competição pela primeira vez… ou quase… Bem, quase porque Martin Bonato e o Jylic II é nosso antigo companheiro que depois de um longo tempo, retorna à competição, na classe BRA-RGS.
Na HPE podem até dizer que o veleiro 61, não é novidade. Pode até ser, mas novidade mesmo é que agora ele se chama Sibarita 61 e agora pertence ao comandante Otávio Faria Neto.
Falando em conhecidos “sob nova direção”, o Kaluanã (antigo Aventador) vai participar pela primeira vez com a tripulação do comandante Leonardo Soldon.
Finalmente, as boas-vindas para a equipe da comandante Adriana Merino, sócia do Yacht Club de Ilhabela, que estreia o “A Valente” nesta etapa, nos Clássicos.
Para receber não apenas os novos participantes, como todos os velejadores em grande estilo, lembramos que teremos também “estreando” em nosso coquetel de abertura a MM Vinhos, representante da Huentala Wines, que vai proporcionar uma degustação dos vinhos argentinos e ainda brindar os comandantes presentes com uma garrafa do tinto Sombrero Malbec.
Teremos também snacks e aquela tradicional cerveja bem gelada!
Anota aí e se programe para chegar mais cedo: sexta-feira, dia 20/09 a partir das 19h.
O 17º Campeonato Estadual do Rio de Janeiro da Classe HPE25 será disputado nos dois próximos finais de semana, dias 14/15 e 21/22 de setembro, na Baia da Guanabara.
Neste próximo final de semama, as regatas com Estadual ocorrerão junto com as da 37ª Semana Internacional de Vela do RJ que incluem também as classe Star e J24.
As equipes da HPE25 que disputarem a regata do dia 13 de setembro, somarão pontos também para a a Semana de Vela. Aqueles que participarem apenas nos dias 14 e 15, concorrem apenas ao Estadual.
Não foi um dia fácil nem para a comissão de regatas, nem para as 29 equipes que participaram do Mini Circuito #Transformar 2024, pois o vento hoje desafiou as habilidades de todos.
Por volta do meio-dia soprava um vento do quadrante sul e a raia foi montada com linha de largada pouco adiante da saída do Saco da Ribeira, com boia de barlavento no través da Praia da Enseada, um percurso usual na região.
Largada dada, a primeira perna da regata foi, de fato, bastante disputada, apesar do vento fraco. Muitos bordos e marcação entre as equipes que não demoraram muito a cumprir o trajeto e até mesmo a encontrar um vento leste, já na segunda perna, a proximidades do continente, que levou a flotilha rapidamente para o ponto da largada.
Mas, já na terceira perna da regata, o vento diminuiu muito nas proximidades da boia de barlavento, além de começar a rondar muito na raia. Tanto que em determinado momento, tanto quem estava na última perna quanto aqueles que estavam ainda na terceira, velejavam em contravento.
Ainda assim, a primeira regata do dia terminou em pouco menos de uma hora para a Classe BRA-RGS. A flotilha da RGS Cruiser sofreu um pouco mais com o vento rondado e sua regata ainda estava em curso quando a comissão decidiu pela largada da segunda regata para a RGS.
Desta vez, em razão da torção do vento, a boia de barla estava posisionada um pouco mais afastada do continente, no rumo da saída do Boqueirão.
O vento, além de rondar bastante, também diminuiu muito de intensidade e após analisar a situação, a comissão optou por encurtar a regata, fazendo a chegada na perna de contravento.
Já eram quase três da tarde quando, sem condições e próximo do horário limite para largada, foi cancelada a outra regata prevista para a RGS Cruiser.
Ficaram na água apenas os veleiros da BRA-RGS, que conseguiram terminar a segunda regata desafiadora.
Os vencedores das duas regatas do dia de hoje, na BRA-RGS, foram o Serafim, de Peter Diedrich, e o Camorra de Zek Reis.
Em segundo e terceiro, na primeira regata, respectivamente, o Camorra e o Bruschetta, de Fabrizio Marini.
Na segunda regata, em segundo e terceiro, o Serafim e o Cisco Kid, de Norival Júnior.
A regata da RGS Cruiser foi vencida pelo Ubalegria, de Anderson Marcolin. O Alimaya, de João Paulo Guimarães e o Errejota, de Pedro Henrique Gonçalves, foram o segundo e terceiro colocados.
Resultados acumulados
O Mini Cirtuito Ubatuba #Transformar 2024 teve a vitória do Bruschetta, na geral, com o Camorra e Serafim na segunda e terceira colocações.
Na classe BRA-RGS os três primeiros foram Camorra, Bruschetta e Serafim.
Ubalegria, Errejota e Quicker, de José Willians Mendonça, foram os três primeiros colocados na RGS Cruiser.
Finalmente, na premiação especial para os veleiros da Ranger 22, vitória do Lucnan, de Ellezier Solidônio. Em segundo o Ubalegria e em terceiro o Errejota.
“Acho que por mais uma edição, o Mini Circuito teve sucesso ao mostrar que os pequenos veleiros podem proporcionar regatas muito divertidas e muito técnicas também. Tivemos embarcações não apenas de Ubatuba, como de Angra, de Santos, de Santa Catarina, velejadores do Rio, a presença do comodoro Eduardo, da Ranger 22, enfim, 29 barcos não é pouca coisa e também mais uma vez o UIC se esforçou para proporcionar uma boa estada e um bom campeonato a todos”, resume o diretor de vela do Ubatuba Iate Clube, Alex Calabria.
O domingo terminou, como não poderia deixar de ser, com a premiação às equipes e a confraternização na canoa de cerveja.
O Mini Circuito #Transformar 2024 foi uma realização do Ubatuba Iate Clube, com patrocínio master da JBA I Revela, patrocínio da BK Sails e apoio da SigaPower, Nautibelle, Postos Ímola e Mônaco, Balaio de Ideias, Classe BRA-RGS, Ubalegria e CBvela.
O nosso próximo encontro já está marcado: entre 15 e 17 de novembro acontece o tradicional Troféu das Ilhas, a última regata do UIC em 2024 para a qual estão todos mais do que convidados!
Pontualmente ao meio dia as 29 equipes das classe BRA-RGS, RGS Cruiser e Ranger 22, participantes do Mini Circuito #Transformar 2024, largaram das proximidades da Ponta Grossa, na região do Saco da Ribeira, para a primeira regata do torneio, com o objetivo de contornar a Ilha das Cabras por BE e retornar para o ponto de largada.
No momento da partida um vento sul bem fraco desafiou as equipes que tiveram que encarar uma situação ainda de corrente contrária para avançar para as proximidades da Ilha Anchieta e daí partir para a Ilha das Cabras.
A regata foi bastante técnica, com as equipes “caçando” o melhor vento para avançar no percurso. O Camorra de Zek Reis, a esta altura da prova, liderava a flotilha, com o Iguinho di Mamãe, de Raimundo Severino “Ceará”, o Sabai Sabai, de André Ubinha e o Bruschetta, de Fabrizio Marini, um pouco mais atrás, completando o grupo inicial.
Após alguma alternância de posições, Camorra, Sabai Sabei e Bruschetta foram os primeiros a contornar a ilha e encontrar o vento leste e correnteza a favor que os levou em uma bela balonada à linha de chegada.
Aliás, foi o Camorra o fita azul da regata, mas apesar de ter cruzado a linha em primeiro, a vitória no tempo corrigido ficou com o Bruschetta, seguido do Camorra e com o Lucnan, de Elezier Solidônio em terceiro, isso na classe BRA-RGS.
Na RGS Cruiser (nova denominação da Bico de Proa), a vitória no tempo corrigido ficou com o Ubalegria, de Anderson Marcolin. Em segundo, o Errejota, de Pedro Henrique Gonçalves, com o Quicker, de José Willians Mendonça em terceiro.
Neste Mini Circuito, a os veleiros Ranger 22 por serem a maior flotilha inscrita. 8 barcos, concorrem a uma premiação especial.
Desta forma, o líder da Ranger 22 ficou sendo o Lucnan, seguido do Cisco Kid, de Norival Faria Jr. Em terceiro, o Ubalegria.
O dia terminou com uma confraternização no Ubatuba Iate Clube com canoa de cerveja ao som do samba do grupo Batukada Muleke e direito a “quiz” com os velejadores que concorreram a prêmios oferecidos pela BKSails e Jab I Revela.
Este primeiro dia foi também bastante especial para a Classe Ranger 22. Com a presença do comodoro da Classe, Eduardo Mendes, e a participação dos proprietários dos veleiros competidores, foi feita a carta de fundação da Flotilha Ubatuba de Ranger 22. A nova flotilha integrará a Associação Brasileira da Classe Ranger 22 e a iniciativa da fundação de hoje será ratificada na próxima Assembleia Geral da classe.
Amanhã, segundo e último dia do camponato, com mais regatas, mas confraternizações e mais brindes, inclusive um voucher da SigaPower, durante a premiação que acontece ao final do dia.
A gente sabe que somos uma comunidade unida pelo esporte e pela nossa paixão pela vela. Adoramos estar juntos e em harmonia… até a subida da bandeira Papa… porque aí…
Aí a gente te desafia mais uma vez a participar do nosso Mini Circuito #Transformar ao mesmo tempo em que pensamos aqui em alguns desafios possíveis…
O 19º Campeonato Brasileiro da Classe HPE25 ganhou um reforço de peso. O veleiro Onda, de Eduardo Souza Ramos, confirmou sua participação no evento.
Será a primeira vez que o casco 65 correrá nas águas de Ilhabela e com Eduardo no comando.
Compõem ainda a tripulação do Onda, os velejadores Marco Grael Pedro Tinoco e André “Bochecha” Fonseca. A equipe conta com o apoio logístico do também velejador Sergio Rocha.
O 19º Campeonato Brasileiro da Classe HPE25 acontecerá de 29 de agosto a 1 de setembro, em Ilhabela, SP. O evento conta com o apoio do Yacht Club de Ilhabela e da Prefeitura Municipal de Ilhabela.
Quem acompanha as midas do Mini Circuito já viu comentários a respeito do novo barco de Zek Reis, que vai estrear em nosso evento e que tem uma história bastante particular para seu novo comandante.
“O barco é o antigo Camorra, um quarter toner da década de 90 que ficava aqui em Ubatuba. Por volta dos anos 2.000, quem tomava conta dele era o meu pai (o marinheiro e velejador Zequinha). Nessa época ele correu regatas com o barco com outros colegas aqui de Ubatuba, e o veleiro acabava sempre bem posicionado, o que lhe deu certa fama”, conta Zek.
“Nessa época, eu com um ano e meio, já saía para velejar com o meu pai em um laser e no próprio Camorra. Mas o veleiro acabou sendo vendido e nunca mais soubemos dele, nem quando velejávamos pelo Rio, ou em outros locais”, relembra Zek, que é atualmente um dos instrutores de vela da Escola de Vela do UIC.
“O tempo foi passando, eu acabei tendo Tabarly, que tem uma história muito importante para mim, pois era do meu instrutor de vela, quando comecei, o Fabio Rivetti, que faleceu cedo. Voltando ao Camorra, há um tempo eu revi um álbum de fotos na casa da minha mãe e vi uma foto dele. Mostrei para a minha esposa e brinquei com ela dizendo que aqule barco ia ser meu”.
Desde a redescoberta da antiga foto, a ideia foi se intensificando até que Zek comentou o assunto com Lars Grael. Lars sabia que o Camorra, já chamado “Bella Luna”, estava no Iate Clube do Rio de Janeiro e conseguiu o contado do proprietário.
“Mas eu precisava vender o Tabarly, o barco que me trouxe muitas alegrias e que carrega uma história gigantesca. Por fim anunciei o barco consegui vendê-lo rapdtamente para o Alex (Calabria) o Daniel (Galante) e o Ramiro (Eli). Entrei em contato com então dono do veleiro e fechamos negócio”, conta Zek.
“Trouxe o barco neste último fnal de semana. Eu, meu pai e o Murilo Layó. Fizemos uma travessia excelente e agora é preparar o barco para o Mini Circuito.
Acho que a mudanca foi positiva e boa para ambas as partes. Estamos todos felizes e tanto eu quanto os donos do Tabarly estamos curtindo muito essa experiência”.
No Mini Curcuito #Tranformar o Camorra será tripulado Por Zek e Zequinha Reis, Ed Carlos e Murilo Layó.