Muito mais do que competir

Há alguns dias publicamos um post sobre como o velejar é capaz de unir a família, principalmente nas nossas primeiras regatas do ano.

Vários pais e filhos dividem os veleiros nas nossas regatas há anos, como “Juba e Jubinha” do Lucnan, Zeca e Zek Reis, do Dos Reis, Ceará e Igor, do Iguinho di Mamãe.

Uma nova geração tem experimentado essa mesma interação, como a gente já citou, a turma do Ninho, do Montecristo, do Bless, por exemplo e essa relação proporcionada pela vela tem um exemplo bem significativo.

Maya e João, do veleiro Canibal.

Desde pequena Maya acompanha oesporadicamente o pai, João, no veleiro Canibal e não é difícil ver apenas os dois competindo no Delta 36 Canibal.

“Ano passado foi por iniciativa da Maya que corremos a regata Ele & Ela I Eles & Elas”, comenta João.

E Maya complementa o significado da regata para a relação pai e filha:

“Eu acho muito legal velejar com meu pai porque a gente tem gostos muito diferentes em questão de atividades e as nossas agendas não batem muito geralmente. Mas velejando é o momento que a gente se conecta. Para mim é muito importante que os dois gostem do que estão fazendo e com quem estão também.

É isso o que essa regata específica traz para mim”, finaliza Maya, que tem a concordância do pai:

“Na última edição desta regata a gente participou por iniciativa da Maya, que queria compartilhar a experiência com as amigas e amigos. É como cultivar uma semente esse relacionamento com o mar, com a vela… é como adubar uma semente que está se desenvolvendo muito bem. A Regata Ele & Ela está me ajudando a adubar esse relacionamento que só se fortalece”, completa João.